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INTEGRAL HEALTH

Espinheira Santa, 200 ml - Maytenus ilicifolia - Gastrite, refluxo, esofagite em qualquer grau, da mais branda até a mais erosiva e severa, mesmo em uso de inibidores da bomba de prótons (IBPs)

Espinheira Santa, 200 ml - Maytenus ilicifolia - Gastrite, refluxo, esofagite em qualquer grau, da mais branda até a mais erosiva e severa, mesmo em uso de inibidores da bomba de prótons (IBPs)

Preço normal R$ 169,90 BRL
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Espinheira Santa, 200 ml - Maytenus ilicifolia - Gastrite, refluxo, esofagite em qualquer grau, da mais branda até a mais erosiva e severa, mesmo em uso de inibidores da bomba de prótons (IBPs)

POTENCIALIZADA COM D-LIMONENO

 Alimentos não-OGM são livres de Organismos Geneticamente Modificados, ou seja, sem componentes genéticos, sendo mais saudáveis, naturais e seguros para a saúde corporal, intestinal, e para a sustentabilidade.

Para mais informações, assista também este vídeo de Daniel Forjaz: - https://www.youtube.com/watch?v=xYlhYQakbJc

PRODUTO POTENCIALIZADO COM D-LIMONENO (pH 8.0) E QUELADO BIOLOGICAMENTE, COM CERTIFICADO DE EXAME E RELATÓRIO MICROBIOLÓGICO. AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE ANÚNCIO SÃO BASEADAS EM EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS. DISPENSADO DE REGISTRO PRÉVIO E A SUA VENDA NÃO TEM INDICAÇÃO NEM FINALIDADE TERAPÊUTICA. (Lei 9.520 de 18 de abril de 2011, art. 2º, inciso II cláusula F e Decreto 79.094 – Lei 6.360 de 23/09/1976, art. 28). UM PRODUTO NATURAL, derivado de ervas com fitoativos naturais, é considerado um produto fitoterápico e NÃO DEVE SER CONFUNDIDO COM REMÉDIO OU MEDICAMENTO QUÍMICO. NÃO CONTÉM SUSBSTÂNCIAS PROIBIDAS PELA ANVISA, CONFORME INSTRUÇÃO NORMATIVA - IN Nº 28, DE 26 DE JULHO DE 2018, publicada no DOU nº 144, de 27 de julho de 2018, ASSIM COMO A PORTARIA Nº 344/98.

. Auxílio Imunológico
. Integrador de Sistemas
. Suplemento de Erva Medicinal
. Extrato líquido de Maytenus ilicifolia

STRICTO SENSU, ESTE PRODUTO NÃO É UM MEDICAMENTO. POR ESSA RAZÃO, É ISENTO DE REGISTRO, CONFORME O ART. 3 da RDC21/29132

Produto totalmente vegano obtido por extração a frio através de Quelação Biológica nas mesmas proporções sinérgicas da planta. Tempo de maceração/percolação: 28 dias (1 ciclo lunar completo)

FATOS COMPLEMENTARES

11 calorias por dose
Potência da Tintura: 1:5 (20% de derivados vegetais)
EQUIIVALÊNCIA DE 1 DOSE = 516 mg
Doses diárias: 3 (3 ml) = 1.548 mg/dia
Tamanho da dose: 30 gotas (1,162 ml ou 1 colher de chá)
Conteúdo do vasilhame: 200 ml
Doses por Recipiente: 198
Quantidade por Porção 0.86 g
Tempo de uso: 66 dias
Álcool cereais + água destilada
SEM Ervas cozidas
SEM organismos geneticamente modificados
SEM Glúten/soja/laticínios/corantes/conservantes/glutamato monossódico
SEM exposição à radiação ionizante
SEM ingrediente animal
SEM ligação de íons e moléculas a íons metálicos

+ (DV) Valor diário não estabelecido.

Espinheira-santa (Maytenus ilicifolia): É uma das mais recomendadas por sua forte ação protetora gástrica e cicatrizante, ajudando a combater gastrite, refluxo, esofagite em qualquer grau, da mais branda até a mais erosiva e severa, mesmo em uso de inibidores da bomba de prótons (IBPs).

Observações Importantes sobre as Esofagites:

As esofagites são inflamações na mucosa do esôfago que se diferenciam principalmente pela causa, sintomas específicos e achados endoscópicos. As principais categorias incluem a esofagite de refluxo (erosiva ou não), eosinofílica, medicamentosa e infecciosa.As diferenças entre os tipos de esofagite são:
  • Esofagite de Refluxo (Gastroesofágica): É a forma mais comum, causada pelo retorno do ácido estomacais. Geralmente provoca azia, queimação e dor no peito. Pode ser classificada pela Classificação de Los Angeles (Graus A, B, C, D) baseada na extensão das lesões.
  • Esofagite Eosinofílica (EE): Diferencia-se por ser uma doença alérgica crônica, não relacionada diretamente ao refluxo, onde células de defesa (eosinófilos) se acumulam no esôfago. É muito comum em jovens e causa principalmente disfagia (dificuldade de engolir) e impactação alimentar (comida presa no esôfago), exigindo biópsia para diagnóstico.
  • Esofagite Medicamentosa: Causada por lesão direta de medicamentos que ficam retidos no esôfago, como anti-inflamatórios, aspirina, antibióticos ou suplementos de ferro. O tratamento envolve ajuste da medicação e hidratação.
  • Esofagite Infecciosa: Mais comum em pessoas com sistema imunológico enfraquecido (imunossuprimidos). Pode ser causada por fungos (como Candida albicans), vírus (como herpes ou CMV) ou bactérias, exigindo tratamentos específicos como antifúngicos ou antivirais.
  • Esofagite Cáustica: Resulta da ingestão acidental ou intencional de substâncias químicas, causando queimaduras graves, sendo considerada uma emergência médica.
Diferenças na Avaliação Endoscópica (Classificação de Los Angeles):
Para a esofagite erosiva (refluxo), a endoscopia classifica o dan
A esofagite erosiva é classificada pela Classificação de Los Angeles em quatro graus (A a D) com base na extensão das lesões na endoscopia:

Grau A

Nesse primeiro grau da esofagite erosiva estão os quadros em que percebemos uma ou mais erosões na parede esofágica, porém menores do que 5 mm.

Grau B

Aqui também podem ser percebidas uma ou mais erosões nos tecidos do esôfago. Essas feridas têm mais do que 5 mm, porém não se unem umas às outras.

Grau C

Neste caso são detectadas várias feridas que se unem umas às outras. No entanto, elas atingem menos do que 75% da circunferência do esôfago.

Grau D

Esse é o último nível de classificação de Los Angeles, são identificadas várias erosões que se unem e afetam no mínimo 75% das paredes do esôfago.

O tratamento empregado pela medicina alopática varia desde mudanças na dieta e inibidores da bomba de prótons (para refluxo) até corticoides (para eosinofílica) ou agentes infecciosos. No entanto, devido às qualidades intrínsecas que Espinheira Santa, resultados muito mais exitosos e duradouros, sem efeitos colaterais e, sobretudo, sem perda de absorção da vitamina B12, fundamental para a saúde dos nervos e neurônios. É aqui que se constata, efetivamente, que não há doença incurável, mas, muitas vezes, pacientes incuráveis.


A esofagite é um tipo de inflamação que acomete a parede do esôfago. Ela pode ser classificada de diferentes formas, inclusive como uma esofagite erosiva, que provoca lesões em forma de feridas. Esse tipo de esofagite costuma se manifestar nos quadros crônicos da inflamação, quando os tecidos do esôfago têm um contato recorrente com os ácidos provenientes do estômago. A agressão contínua à mucosa leva a um aumento da chance de ter câncer de esofago

Tratamento da Esofagite Erosiva

O tratamento da esofagite erosiva é personalizado para cada pessoa, de acordo com a causa e a gravidade da inflamação. De toda forma, como ela é resultado do refluxo, é preciso evitar o retorno do conteúdo ácido do estômago, para cessar as agressões aos tecidos do esôfago. 

Para isso, é importante promover uma mudança de hábitos de vida, evitando o consumo de tabaco, e adotando uma alimentação mais natural e evitando as gorduras e alimentos industrializados. Muitas vezes é necessário também combater o sobrepeso ou a obesidade, pois eles favorecem os casos de refluxo.

Existem, ainda, as pessoas que apresentam hérnia de hiato, uma das principais causas do refluxo. Quando a hérnia é grande e os sintomas ou a inflamação são muito relevantes, a cirurgia é um dos tratamentos mais efetivos.

Os medicamentos podem fazer parte do protocolo, sendo os inibidores de bomba de prótons (omeprazol e demais “prazois”) e os procinéticos os mais utilizados. Essas substâncias reduzem a produção de ácidos no estômago e contribuem para uma esvaziamento mais rápido do estômago, respectivamente, evitando o refluxo.

A esofagite erosiva pode ser tratada por meio de cirurgia, quando a gravidade já atinge os graus C ou D caso a biópsia revele lesões pré malignas. Neste caso, mesmo com poucos sintomas, a cirurgia é priorizada frente ao uso de medicações.

Vale lembrar que a esofagite erosiva pode ser prevenida por meio da identificação dos sintomas do refluxo e do seu tratamento imediato.

Portanto, ao perceber com recorrência manifestações como azia, queimação, desconfortos gástricos e dor de garganta é importante procurar o médico para fazer uma avaliação e iniciar o tratamento antes que o esôfago seja lesionado. 

Esofagite Eosinofílica: Sintomas e Complicações

A esofagite eosinofílica é uma inflamação crônica do esôfago, causada por uma reação alérgica que resulta no acúmulo de eosinófilos, um tipo de célula de defesa, na parede do esôfago. Essa condição, embora não muito conhecida, pode afetar significativamente a qualidade de vida dos pacientes se não for devidamente diagnosticada e tratada. Durante as fases iniciais, os sintomas podem ser vagos, como desconforto ao comer e queimação, mas à medida que a inflamação persiste, podem surgir complicações mais graves, como o estreitamento do esôfago.

Riscos da Inflamação e Impactação Alimentar


A esofagite eosinofílica pode evoluir de uma reação inflamatória moderada para um quadro mais complexo, onde o esôfago começa a apresentar um endurecimento progressivo. Esse processo leva à dificuldade de passagem de alimentos, conhecido como impactação alimentar, em que o paciente sente que o alimento "prende" no esôfago ao engolir. Em casos mais graves, essa condição pode requerer intervenções de emergência, como a retirada de alimentos presos por meio de endoscopia.

Sintomas de Alerta: Fique Atento aos Sinais

Os sintomas da esofagite eosinofílica podem ser inicialmente confundidos com outras doenças, como refluxo gastroesofágico e síndrome do intestino irritável, mas é importante estar atento a sinais que possam indicar uma inflamação crônica do esôfago. Entre os sintomas mais comuns estão a queimação constante, desconforto após as refeições, dificuldade de engolir e, em situações mais graves, episódios de engasgo frequente. O diagnóstico precoce é essencial para evitar que a inflamação cause danos permanentes ao esôfago.

A Importância do Diagnóstico Precoce


Identificar a esofagite eosinofílica exige uma abordagem cuidadosa, incluindo a realização de uma endoscopia com biópsia, que permite detectar a presença dos eosinófilos. A demora no diagnóstico, que pode levar anos, muitas vezes faz com que o paciente passe por diversos tratamentos inadequados antes de descobrir a causa real dos sintomas. O diagnóstico precoce e o acompanhamento por um especialista são fundamentais para ajustar a dieta do paciente e controlar a inflamação com medicações adequadas, como inibidores de ácido e corticoides tópicos.

Considerações Finais

A esofagite eosinofílica é uma doença que pode trazer complicações sérias para o paciente, especialmente se não for tratada de forma adequada. A compreensão dos sintomas e a busca por um especialista são passos essenciais para garantir um tratamento eficaz e melhorar a qualidade de vida do paciente. Com um diagnóstico correto, é possível identificar os alimentos que desencadeiam a inflamação e ajustar a medicação necessária, garantindo uma evolução mais tranquila do quadro clínico.

ATENÇÃO: Esta é uma planta rica em taninos. Em doses excessivas, podem causar irritação da mucosa gástrica e intestinal, náuseas, gerando boca seca, dor de cabeça, sonolência vômitos, cólicas intestinais e diarreia (VEJA O VÍDEO). Em casos de excesso, suspenda o uso e procure orientação médica de imediato. Este produto é contraindicado para crianças menores de 12 anos. Atualmente, a Espinheira Santa é um dos 8 fitoterápicos financiados de forma tripartite pelo Ministério da Saúde/SUS. Veja a relação completa:

1 - Maytenus ilicifolia (Espinheira Santa);
2 - Mikania glomerata (Guaco);
3 - Cynara scolymus (Alcachofra);
4 - Schinus terebenthifolius (Aroeira);
5 - Rhamnus purshiana (Cáscara Sagrada);
6 - Harpagophytum procumbens (Garra-do-diabo);
7 - Glycine max (Soja);
8 - Uncaria tomentosa (Unha-de-gato)

A Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (Renisus) é constituída por 71 plantas medicinais que interessam ao SUS por serem nativas ou exóticas adaptadas, amplamente utilizadas pela população brasileira, e já terem algumas evidências para indicação de uso na atenção básica de saúde.

Entretanto, por inúmeros motivos, algumas empresas estão proibidas de produzirem e comercializarem a Espinheira Santa e outras plantas medicinais no Brasil. Você pode consultar a base de dados do antigo portal da ANVISA, com dados alimentados até fevereiro de 2021. Para localização de medidas publicadas após fevereiro de 2021, realize a consulta por meio da ferramenta de busca disponível na página CONSULTAS, que também disponibiliza o resultado em arquivo editável. Essa nova consulta também poderá apresentar dados anteriores a 02/2021, pois foram migrados do antigo portal para o novo. Para não violar regras do Mercado Livre, não podemos adicionar links que levem para fora de sua plataforma. Por essa razão, faça você mesmo sua busca na página de CONSULTAS da Anvisa. É rápido e fácil!

A Espinheira Santa é uma árvore de pequeno porte ou arbusto grande, cresce até 5 m de altura, porém no interior da Mata Atlântica pode alcançar 10 m de altura, com copa arredondada e densa, ciclo de vida longo, nativa da região Sul do Brasil. Apresenta folhas com textura semelhante a couro, alternadas, brilhantes e com espinhos nas bordas. As flores são pequenas, de cor amarelada. Os frutos são cápsulas ovoides, de cor vermelha, contendo 1 a 2 sementes de cor preta. É uma planta medicinal brasileira, amplamente utilizada na medicina popular no tratamento de gastrite e indigestão. Utilizada há séculos pelos índios no Brasil, Peru, Argentina e Paraguai, especialmente no tratamento de úlcera, indigestão, gastrites, dores de barriga e cicatrizante. Descrita pela primeira vez em 1725, e em 1922 ganhou destaque a partir dos estudos do professor Aluízio Franca, da Faculdade de Medicina do Paraná, que observou resultados positivos ao utiliza-la no tratamento de pacientes com úlcera gástrica. Presente na 4ª, 5ª e 6ª edição da Farmacopeia Brasileira (FB). Em 2011 foi incluída no Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira (FFFB, 1ª ed.). Atualmente, a Espinheira-santa consta na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) e na lista de produtos tradicionais fitoterápicos de registro simplificado da RDC 26/2014.

ADULTERANTES

A Espinheira-santa sofre alto índice de adulteração no Brasil e pode ser confundida com outras espécies de plantas medicinais. Entre os adulterantes mais frequentes estão a Maytenus aquifolia, com características e propriedades semelhantes, conhecida também pelos mesmos nomes populares da Espinheira-santa. Também é confundida com a Erva-mate (Ilex paraguariensis) por pertencer botanicamente a uma família e gênero muito próximos. A Sorocea bomplandii é uma das espécies mais utilizadas na adulteração da espinheira-santa. Não existem estudos suficientes que justifiquem o uso ou comprovem a segurança.

INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS SEGUNDO A FARMACOPEIA BRASILEIRA (DESDE A 4ª ATÉ A 6ª EDIÇÃO)

Antidispéptico, antiácido e protetor da mucosa gástrica.

EFEITOS ADVERSOS

Não foram relatados, até o momento, efeitos adversos graves ou que coloquem em risco a saúde dos pacientes utilizando extratos de espinheira-santa nas doses recomendadas. Pode ocorrer o aparecimento de sintomas como: aumento do apetite, sensação de boca seca, náusea e gastralgia.

PRECAUÇÕES

Não deve ser usado durante a gravidez, lactação e em crianças menores de 12 anos. Não deve ser usada por pessoas com hipersensibilidade e com sensibilidade a plantas da família Celastraceae. Suspender o uso quando da realização de exames de medicina nuclear.

VIAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA (DOSE E INTERVALO)

Extrato (Tintura): 30 gotas em meio copo de água, 3 vezes ao dia, meia hora antes ou 1 hora após as principais refeições do dia - café, almoço e jantar.

TEMPO DE UTILIZAÇÃO

O tempo de uso depende da indicação terapêutica e da evolução do quadro, sempre acompanhada pelo profissional de saúde. Estudo clínico avaliado propõe a utilização por 28 dias.

As informações contidas neste anúncio foram retiradas da Farmacopeia Brasileira - 6ª edição, têm caráter informativo e, portanto, não devem ser utilizadas para autodiagnostico, auto tratamento ou automedicação. A cópia do laudo deste produto - contendo o Certificado de Exame e o Relatório Microbiológico -, será enviado automaticamente ao comprador, ainda que ele não o solicite.

SOBRE O COMÉRCIO DE PLANTAS MEDICINAIS

A lei 5991/1973, que estabelece o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, em todo o território nacional,
prevê a comercialização de plantas medicinais em farmácias e ervanárias. Assim, plantas medicinais podem ser secas, embaladas e dispensadas nesses estabelecimentos.

Como não há regulamentação para essa categoria, não há restrição sobre quem produz e a que controle as plantas medicinais estão submetidas. Porém, tais produtos não são considerados medicamentos, e portanto, não podem ter indicação terapêutica na embalagem, nem mesmo em folhetos anexos, ou ainda informações que possam dar a entender que as mesmas sejam utilizadas como medicamentos, como posologia e restrições de uso.

A mesma lei 5991/1973 também definiu as Ervanárias, que são estabelecimentos que realizam a dispensação de plantas medicinais. Além das ervanárias, as plantas medicinais poder ser comercializadas em farmácias, mas não em drogarias.

DROGAS VEGETAIS NOTIFICADAS

As plantas medicinais são conceituadas como toda e qualquer planta, cultivada ou não, utilizada pelo homem com propósitos terapêuticos.

As drogas vegetais notificadas têm origem nas plantas medicinais e, de acordo com a RDC 10/2010, são definidas como sendo plantas medicinais ou suas partes, que contenham substâncias, ou classes de substâncias, responsáveis pela ação terapêutica, após processos de coleta ou colheita, estabilização e secagem, quer sejam íntegras, rasuradas, trituradas ou pulverizadas.

É a RDC 10/2010 que regula a produção, o comércio e o uso de drogas vegetais, liberando-as para utilização pela população na forma de produtos industrializados, para os quais são estabelecidos e controlados requisitos de qualidade, segurança e tradicionalidade de uso.

Essa norma é um importante marco legal na diferenciação do uso da droga vegetal com finalidade alimentícia ou medicinal, tomada como base as informações obtidas pelo uso tradicional e referenciados por estudos científicos.

As drogas vegetais notificadas somente podem ser utilizadas durante curto período de tempo, por via oral ou tópica, devendo ainda ser disponibilizadas exclusivamente na forma de plantas secas para o preparo de infusões, decocções ou macerações. Saliente-se ainda que produtos disponibilizados sob formas farmacêuticas, como cápsulas, não se enquadram sob esta categoria, devendo ser submetidos a registro como medicamentos fitoterápicos, conforme determina a RDC 14/2010.

MAIS SOBRE A ESPINHEIRA SANTA

Quanto à sua toxicidade, estudos realizados pelo professor Aluízio Franca, da Faculdade de Medicina do Paraná, demonstraram que o uso da Espinheira Santa, nas doses recomendadas (veja acima VIAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA (DOSE E INTERVALO) é seguro e não causa riscos à saúde humana. Nesse mesmo estudo, realizado com humanos, após o uso frequente do dobro da dose recomendada, nenhum dos voluntários apresentou nenhum efeito colateral.

É verificado que o uso da Espinheira Santa, antes da fecundação, tem um efeito anticoncepcional, evitando que o embrião se fixe na parede do útero, mas não apresentou efeito abortivo após a fixação do embrião. Então, se você estiver grávida, não use este produto antes do terceiro mês de gravidez.

Para Gastrites, Refluxo, Úlceras e H. pylori, está comprovada sua atividade protetora gástrica e de redução da produção ácidos estomacais e redução da acidez do suco gástrico, com potente ação anti-inflamatória. A ação antiulcerogênica foi comparada à ação da Ranitidina e da Cimetidina, que são medicamento comerciais para este fim.

Apresenta excelente ação diurética e de controle da hipertensão arterial, aumentando o volume de urina e a excreção de cálcio. Contra o Trypanossoma cruzi (doença de chagas) e Leishmania sp. (Leishmaniose), os extratos de Espinheira santa demonstram relevante eficiência em controlar estes protozoários. Como antiviral, os extratos de Espinheira Santa mostraram relevante atividade em combater o vírus da Herpes.

Na prevenção de tumores, alguns dos princípios ativos da Espinheira Santa apresentam considerável ação em controlar o desenvolvimento de células anormais, induzindo-as à apoptose (morte forçada). A redução do desenvolvimento do tumor foi maior que 87%.

E se você quiser obter mais informações a respeito da Espinheira Santa, recomendamos vivamente a leitura da RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 84, DE 17 DE JUNHO DE 2016, que aprovou o MEMENTO FITOTERÁPICO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA - 1ª EDIÇÃO, especialmente o artigo sobre Maytenus ilicifolia Mart.ex Reissek e Maytenus aquifolia Mart, a partir da página 66.

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Os produtos INTEGRAL HEALTH são preparados em ambiente laboratorial seguro, livre de contaminação de fungos, bactérias e vírus. Nossa matéria prima é produzida em ambientes certificados, sem contaminações de qualquer espécie e livre de agrotóxicos. A matéria prima é processada sem a necessidade da intervenção humana em todas as etapas até a finalização. De cada lote, amostras são separadas para análises própria e particular, dando origem aos certificados de análise e relatório microbiológico, tudo em conformidade com a RDC nº 167/2017 (Segundo Suplemento da Farmacopeia Brasileira, 6ª edição/2019, pela Diretoria Colegiada da ANVISA).

AVISO LEGAL

INTEGRAL HEALTH assume o compromisso de manter 100% a pureza de seus produtos, esforçando-se para garantir a utilização das imagens e informações, alterações na fabricação de embalagens e / ou ingredientes, as quais podem, eventualmente, aparecerem pendentes de atualização no marketplace ou em nosso site. Embora os itens possam ser ocasionalmente enviados em embalagens alternativas, o frescor sempre será garantido. Deve estar claro, para qualquer pessoa de inteligência mediana, ao menos, que os anúncios de nossos produtos não se propõem a fornecer diagnósticos, tratamentos ou aconselhamentos médicos. As descrições fornecidas na plataforma do Mercado Livre servem apenas a propósitos informativos. Por favor, sempre consulte um profissional de saúde, apto a aplicações da medicina integrativa, nutrólogo, naturopata, fitoterapeuta, nutricionistas que adicionaram em seus currículos conhecimentos de dieta ortomolecular e plantas medicinais, caso precise de opções de tratamento ou diagnóstico médico ou de saúde. As informações sobre os produtos não substituem aconselhamentos desses profissionais. As afirmações sobre produtos específicos, feitas particularmente nesta plataforma não devem ser entendidas como diagnóstico, tratamento, cura ou prevenção de doenças. Se estiver usando medicamentos químicos, recomendamos que leia as bulas, rótulos, avisos e instruções de todos os produtos antes de usá-los e que não confie apenas nas informações contidas nas bulas de medicamentos produzidos pela indústria farmacêutica em geral. Isso é de fundamental importância para que se evite os nocivos efeitos colaterais, cujas consequências poderão ser fatais para a saúde do paciente. A simples leitura da bula de medicamentos receitados por um médico poderá evitar o surgimento de novas doenças e suas consequências fatais.

Vishal-Shekhar - O Saki Saki (From "Batla House"

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